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“Há um grande trabalho a ser realizado, não somente onde temos igrejas já estabelecidas, mas também em lugares onde a verdade nunca foi inteiramente apresentada. Bem em nosso meio há pagãos, tanto como nas longínquas terras. O caminho deve ser aberto, a fim de que estes sejam alcançados pela verdade para este tempo; e este trabalho deve ser feito imediatamente.” Ev, pág.32. O departamento Missionário foi organizado com o propósito de levar os membros e os interessados da igreja à maneira correta de evangelizar - de dentro para fora, isto é: sair do recinto fechado da igreja para pregar o evangelho ao mundo. Desta forma, a preciosa luz do evangelho será disseminada e as pessoas terão oportunidade de ouvir, decidir pela verdade e ingressar nas fileiras do povo remanescente de Deus.
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Atualmente o departamento tem o seu projeto missionário, com o tema: “O Chamado e a Missão”. Além do projeto, tem sido enviados regularmente, mensagens e planos especiais de ação.
Solicite-nos uma cópia integral do nosso Projeto Missionário e o enviaremos gratuitamente.
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O CHAMADO DIVINO
O PLANO DE DEUS PARA SEU POVO
Ao formar o homem do pó da terra, Deus estabeleceu planos precisos e concretos para toda a raça humana; o homem deveria viver segundo esses planos, a fim de que ele e toda a sua descendência permanecessem em harmonia com o Criador do Céu e da Terra. Mas o homem não foi fiel a esses planos pré-estabelecidos por Deus; ele violou os sagrados preceitos da Lei divina. A partir dessa violação, a raça humana seguiu os caminhos que foram traçados pelo maior inimigo do bem - Satanás; e Deus, então, deu início a uma série de chamados a homens e povos, visando restaurar e promover a felicidade e a alegria de todos os seres caídos em pecado.
O CHAMADO DE DEUS A ABRAÃO
“Ora o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e de tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da Terra.” Gn. 12:1-3. “Foi feita a Abraão a promessa de uma posteridade numerosa e de grandeza nacional, promessa especialmente acatada pelo povo daquela época: Far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E a isto acrescentou-se esta certeza, mais preciosa do que todas ass outras para o herdeiro da fé, de que o Redentor do mundo viria de sua linhagem: ‘Em ti serão benditas todas as famílias da Terra’. Gn. 12:2,3. Contudo, como primeira condição de cumprimento, deveria haver uma prova para a fé; um sacrifício foi exigido. Não fora uma pequena prova aquela a que foi submetido Abraão, nem pequeno o sacrifício que dele se exigira. Fortes laços havia para o prender ao seu país, seus parentes, seu lar. Ele, porém, não hesitou em obedecer ao chamado. Não teve perguntas a fazer concernentes à terra da promessa, se o solo era fértil, e o clima saudável, se o território oferecia um ambiente agradável, e proporcionaria oportunidades para se acumular riquezas.” PP 119,120. “Deus chamou Abraão, fê-lo prosperar e o honrou; e a fidelidade do patriarca foi uma luz para o povo em todos os países de Sua peregrinação. Abraão não se excluía do povo em redor de si. Manteve relações amistosas com os reis das nações circunvizinhas, por alguns dos quais ele era tratado com grande respeito; e sua integridade e abnegação, seu valor e benevolência, estavam a representar o caráter de Deus. Na Mesopotâmia, em Canaã, no Egito, e mesmo aos habitantes de Sodoma, o Deus do Céu foi revelado por meio de Seu representante.” Idem, 383. “Abraão era honrado pelas nações circunvizinhas como um poderoso príncipe, e chefe sábio e capaz. Ele não excluía de seus vizinhos a sua influência. Sua vida, bem como caráter, em assinalado contraste com adoradores de ídolos, exercia uma influência eloqüente em favor da verdadeira fé. Sua fidelidade para com Deus era inabalável, enquanto sua afabilidade e beneficência inspiravam confiança e amizade, e sua grandeza sem afetação impunha respeito e honra.” Idem, 129.
O CHAMADO DE DEUS A ISRAEL
“E aconteceu naquele mesmo dia que o Senhor tirou os filhos de Israel da terra do Egito, segundo os seus exércitos.” Ex. 12:51. “Deus chamou Israel, e o abençoou e exaltou, não para que pela obediência à Sua Lei recebessem eles, unicamente, o Seu favor, e se tornassem os exclusivos recipientes de Suas bênçãos, mas a fim de revelar-se por meio deles a todos os habitantes da Terra. Foi para a realização deste mesmo propósito que Ele os mandou conservarem-se distintos das nações idólatras em redor deles.” PP, 383,384. “Era propósito de Senhor como tinha sido desde o início, que Seu povo fosse um louvor na Terra, para glória do Seu nome. Durante os longos anos de seu exílio Ele lhes havia dado muitas oportunidades de retornar a sua obediência a Ele.” PR, 599.
O CHAMADO DE DEUS A ISAÍAS
“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo. Os serafins estavam acima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobriam o rosto, e com duas cobriam os pés, e com duas voavam. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. E os umbrais das portas se moveram com a voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: ai de mim, que vou perecendo! Porque eu sou um homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o SENHOR dos Exércitos! Mas um dos serafins voou para mim trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; e com ela tocou a minha boca e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e purificado o teu pecado. Depois disso, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então, disse eu: eis - me aqui, envia-me a mim.” Is. 6:1-8. Isaías viu a Deus; foi tocado por Deus, foi purificado por Deus. Numa época de crise nacional, ele foi chamado por Deus para realizar uma grande obra em favor de seu povo. A este chamado, Isaías respondeu: “eis - me aqui, envia-me a mim.” O chamado de Deus também é dirigido a todos nós, mas principalmente aos jovens. E o grande anseio do Céu é que todos digam sim ao precioso chamado.
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O CHAMADO DE JESUS AOS DISCÍPULOS
“E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançaram as redes ao mar, porque eram pescadores; e disse-lhes: Vinde, após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens. Então eles, deixandologo as redes seguiram-nO. E, adiantando-Se dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e, João, seu irmão, num barco com seu pai Zebedeu, consertando as redes; e chamou-os; eles deixando ime-diatamente o barco e seu pai, seguiram-no.” Mt. 4:18-22.
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“Jesus chamara os discípulos para que os pudesse enviar como testemunhas Suas, a fim de contarem ao mundo o que dEle tinham visto e ouvido. Seu encargo era o mais importante a que já haviam sido chamados seres humanos, sendo-lhe superior apenas o do próprio Cristo. Deviam ser coobreiros de Deus na salvação do mundo. Como no Velho Testamento os doze patriarcas ocupam o lugar de representantes de Israel, assim os doze apóstolos deviam servir de representantes da igreja evangélica.” DTN, 274.
O CHAMADO DE DEUS A NÓS
“E o Espírito e a esposa dizem: vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.” Apoc. 22:17. “A obra que fizeram os discípulos, também nós devemos fazer. Todo cristão deve ser missionário. Cumpre-nos, em simpatia e compaixão, servir aos que necessitam de auxílio, buscando com abnegado zelo aliviar as misérias da humanidade sofredora. A comissão dada aos discípulos também nos é dada a nós. Hoje, como então, um Salvador crucificado e ressuscitado deve ser exaltado perante os que se acham sem Deus e sem esperança no mundo. O Senhor pede pastores, mestres e evangelistas. De porta em porta têm Seus servos de proclamar a mensagem de salvação. A toda nação, tribo, língua e povo as novas de perdão por Cristo devem ser levadas. Não de maneira fraca e sem vida se há de pregar a mensagem, mas com clareza, decisão e veemência. Centenas estão esperando a advertência para escapar e salvar a vida. O mundo necessita de ver nos cristãos uma evidência do poder do cristianismo. Não somente em poucos lugares, mas em todo o mundo são necessárias mensagens de misericórdia.” SC, 22 e 23. “Devemos ser coobreiros dos anjos celestes em apresentar Jesus ao mundo. Com quase impaciente ansiedade esperam os anjos nossa cooperação; pois o homem deve ser o instrumento para comunicar com o homem. E, quando nos entregamos a Cristo numa consagração de toda a alma, os anjos se alegram de poderem falar por meio de nossa voz, para revelar o amor de Deus.” DTN, 280. “Todos os que se empenham em servir são a mão auxiliadora de Deus. São coobreiros dos anjos; ou antes, são o poder humano por meio do qual os anjos cumprem a sua missão. Os anjos falam pela sua voz e agem por suas mãos. E os obreiros humanos, cooperando com os seres celestiais, recebem o benefício da educação e experiência deles.” E, 271. “Os filhos de Deus devem manifestar Sua glória. Revelarão em sua vida e caráter o que a graça de Deus por eles tem feito. A luz do Sol da Justiça deve irradiar em boas obras - em palavras de verdade e atos de santidade. Assim pois, a glória de Deus deve brilhar mediante Sua igreja na noite de trevas espirituais, soerguendo os oprimidos e confortando os que choram. Em todo nosso redor ouvem-se os gemidos de um mundo de aflição. Em todos os lados há necessitados e miseráveis. Nosso dever é auxiliar, auxiliar e abrandar as agruras e misérias da vida”. PJ, 415, 416, 417.
CONCLUSÃO
“Era desígnio do Salvador que depois de subir ao Céu, para ali interceder em favor dos homens, Seus seguidores prosseguissem com a obra por Ele iniciada. Não demonstrará o instrumento humano interesse especial em transmitir a luz da mensagem do evangelho aos que jazem nas trevas? Alguns há que se dispõem a ir aos confins da Terra a fim de transmitir aos homens a luz da verdade, mas Deus requer que toda alma que conhece a verdade se esforce por conquistar outros para o amor da verdade. Como poderemos ser considerados dignos de entrar na cidade de Deus, se não nos dispomos a fazer verdadeiros sacrifícios para salvar as almas que estão prestes a perecer?” 3TSM, 338.
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